Portugal Paranormal

https://www.facebook.com/PortugalUFO

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Serra da Gardunha é o local com mais casos de OVNI

Serra da Gardunha é o local com mais casos de OVNI 

 

A Serra da Gardunha, no distrito de Castelo Branco, parece ser um local privilegiado para este tipo de situações inexplicáveis.

 


A serra é oca Foi Joaquim Figueiredo, do Seixal, quem chamou a SPO à Gardunha. Serviu de guia ao grupo e contou que, em 1994, durante um acampamento nocturno com um amigo, numa gruta perto da Penha - o ponto mais alto da serra -, teve uma experiência que lhe mudou a vida. "Limpámos o sítio e estendemos os sacos-cama. Depois adormecemos de cansaço", recorda. Às duas da manhã, acordou com um barulho enorme, "que parecia o estoirar de morteiros". Enrolou-se no saco-cama e caminhou até à entrada da gruta. Como os barulhos entretanto pararam, regressou ao interior, onde se sentia uma estranha trepidação. Adormeceu. Às sete da manhã, quando acordou, o amigo já estava a pé. "Parecia em pânico e disse-me para nunca mais o deixar sozinho durante tanto tempo." Joaquim Figueiredo respondeu que tinha estado fora apenas cinco minutos. "Ele falava em mais de duas horas, não quis contar-me porque estava assustado e nunca mais me falou." Desde então, Joaquim Figueiredo passou a rumar à Gardunha várias vezes por ano. Apesar de, garantir, "nunca mais ter visto nada, à excepção de uma luz". Assume-se como discípulo de Américo Duarte - que ficou famoso nas décadas de 1970 e 1980 pelo registo de fenómenos OVNI na Gardunha. Durante anos a fio, Américo escreveu diários em que relatava pormenorizadamente encontros com extra-terrestres. Acreditava que a Gardunha era oca e que, no seu interior, existia uma base de óvnis (a que chamava cosmódromo) que, jurava a pés juntos, chegou a visitar. Dedicou os últimos anos de vida a tentar desviar o traçado dos túneis da Gardunha (na A23), cujo projecto inicial passava pela suposta base. E conseguiu. Joaquim Figueiredo conheceu-o bem e recorda um aviso que lhe deixou antes de morrer. "Faças o que fizeres, nunca durmas na gruta. Ignorei o aviso e aconteceu o que aconteceu", recorda. Joaquim Figueiredo é agil, vai à frente do grupo e diz que, ali, se sente em casa. Desfiando histórias, uma atrás da outra. "O Américo nunca dizia tudo o que sabia. Dava pistas e enigmas", conta. Por isso, nunca revelou a entrada para a base de naves espaciais. "Dizia-me que a encontraria junto a uma rocha com um gato desenhado, o que só acontecerá quando estiver preparado", acredita. Américo Duarte garantia que os OVNIS podiam ser vistos a sair e a entrar da base entre a onze da noite as duas da manhã. Mas, para isso, é preciso ser-se um dos escolhidos. Ficámos sem certezas, mas com alguma esperança.

 

Sem comentários:

Enviar um comentário